O que acontece com um pedido de cliente, da chegada até o retorno
Eu olho com o dono, ou com quem gerencia o comercial, o que acontece com um pedido de cliente na sua empresa: desde que chega pelo WhatsApp, pelo telefone, pelo e-mail ou pelo site até o cliente ter retorno. No fim, você recebe por escrito o caminho como ele é hoje, os pontos onde um pedido pode ficar esperando e o que mudar primeiro.
Como funciona
Conversa de 20 min, sem custo
Uma conversa de 20 minutos.
Três perguntas: como um pedido entra hoje; quem responde e quem dá o retorno; como vocês sabem que nenhum ficou sem retorno. Serve para os dois lados decidirem se vale seguir. Se a resposta for “está tudo sob controle, e eu sei porque meço”, a conversa acaba ali.
Diagnóstico pago
O valor vai por escrito antes de qualquer compromisso.
Uma entrevista de uma hora com o dono ou o gestor comercial.
As etapas, quem faz cada uma, onde a informação é copiada de um lugar para outro, o volume e quem lembra do retorno.
De uma a duas horas de acompanhamento do processo real.
Na empresa ou por prints e planilhas que vocês mandam já sem nome, telefone ou documento dos seus clientes.
Um relatório, até a sexta seguinte à entrevista.
Se o material de vocês chegar a tempo; se atrasar, o prazo anda junto. O relatório traz:
- o caminho do pedido, do primeiro contato até o retorno ao cliente, incluindo o que vem depois da venda (como a renovação de um contrato);
- até 5 pontos onde o pedido pode parar, com a evidência de cada um (se houver menos, o relatório diz menos);
- em cada ponto, o que vocês me contaram, o que eu vi e o que ainda é hipótese;
- um plano de 30 dias, em ordem de retorno, dizendo o que vocês fazem sozinhos e o que depende de outra pessoa.
Meia hora de devolutiva, lendo o relatório com o dono.
Exemplo ilustrativo
Montado só para explicar o método. Não é cliente, não é caso real e não tem número medido.
Uma empresa de controle de pragas que atende indústrias. O caminho de um pedido de visita, como o dono contaria:
- O pedido de visita chega no WhatsApp da empresa no fim da tarde.
- Quem atende responde no dia seguinte e repassa ao técnico que cuida da agenda, por mensagem no celular dele.
- O técnico combina a data direto com o cliente. A data fica no celular do técnico.
- Depois do serviço, o relatório da visita é montado à mão e enviado ao cliente.
- Quando o contrato está para vencer, quem lembra da renovação é quem atendeu aquele cliente da última vez.
O que o trabalho faria com esse caminho
Em cada passagem, três perguntas: quem faz, onde fica registrado e como se sabe que andou. No relatório, os pontos sairiam assim (exemplo de forma, não de conteúdo real):
Ponto 1. A passagem do atendimento para o técnico. Acontece por mensagem pessoal e não fica registrada num lugar da empresa.
Informado pelo dono; a verificar nos prints do acompanhamento.
Ponto 2. A renovação do contrato. Depende de uma pessoa lembrar. Se ela sai de férias, ninguém sabe quais contratos vencem.
Hipótese: verificar quantos contratos venceram sem contato no período.
Primeiro passo do plano: registrar todo pedido de visita num lugar só, que a equipe inteira enxergue, antes de mudar qualquer outra coisa.
Vocês fazem sozinhos.
O que o diagnóstico não é
- Não é software, licença nem instalação. Nenhum sistema é instalado e nenhum acesso aos seus sistemas é pedido.
- Não avalia funcionário. Olha o caminho do pedido, não as pessoas.
- Não promete número nem resultado. O que se mede depois depende do que vocês passam a medir.
- Não é auditoria contábil nem jurídica.
O que acontece depois
Mudar o que o relatório apontar é outra etapa, com proposta nova, que parte do relatório já pago e só inclui o que for conferido antes. Não está incluída e não é condição.
Quem faz e como trato o que você me passa
O Ryan, pessoalmente. O que você me passar fica em sigilo. Prints e planilhas vêm sem dado pessoal dos seus clientes.
Valor
Vai por escrito, antes de qualquer compromisso.
O primeiro passo é a conversa de 20 minutos, sem custo.
Ou por e-mail: suporte@mugetsu.com.br
Ryan · Mugetsu